Olhos cerrados, lábios juntos e ardentes,
tentam matar a inesgotável sede.
Amanheci vagando nos jardins.
Perambulei nas praças, avenidas.
Vivi amores. Vi lágrimas virarem cicatrizes.
Nos bosques, caminhei nas folhas secas.
Colhi sereno, adormeci na grama.
Pousei nas gares, segui nos metrôs.
Fugi de mim pra não cair na lama.
Quantas e quantas madrugadas nuas.
Tantas e tantas noites mal dormidas.
Fantasmas passeando nos fortins.
E eu testemunhando outras vidas.
Fui pastora nos campos d’Avignon..
Andei Paris em muitos frios invernos.
tentam matar a inesgotável sede.
Amanheci vagando nos jardins.
Perambulei nas praças, avenidas.
Vivi amores. Vi lágrimas virarem cicatrizes.
Nos bosques, caminhei nas folhas secas.
Colhi sereno, adormeci na grama.
Pousei nas gares, segui nos metrôs.
Fugi de mim pra não cair na lama.
Quantas e quantas madrugadas nuas.
Tantas e tantas noites mal dormidas.
Fantasmas passeando nos fortins.
E eu testemunhando outras vidas.
Fui pastora nos campos d’Avignon..
Andei Paris em muitos frios invernos.









